A D'orfeu, oferece mais 3 bilhetes para o concerto dos Indianos Musafir, concerto do festim, dia 3 Julho no Cine-teatro de Estarreja. Pergunta: Até quando vai o Festim durar?
Tinha preparado estes videos onde tentava explicar que as diferenças apesar de poucas eram devastadoras. O rural vai ser sempre contaminado pelo urbano, mas o urbano tem obrigação de realçar o bom que o rural tem, tornando o mais urbano ainda sem perder a essência do rural... Complexo? Não, nem por isso até é bastante simples. A paisagem sonora pode e deve ser música da memória e utilizada até mais não e os velhos devem ser pessoas, não deuses rurais de um cantar perfeito.
O Alentejo, quente, tórrido, acolhedor, compadre de bons sabores e melhores melhodias. A proposta é repetente e dá pelo nome Ervançum, festival cultural na acolhedora aldeia de Santo Amador, já bem perto de nuestros hermanos.Por entre percursos pedestres e aprendizagem de como fazer chá, a concertos corais e danças de vários pontos do globo, sobem a palco os Alfa Arroba e Magic Folk Pills.
Nos próximos dias 3 e 4 de Julho, a Junta de Freguesia de Corroios (Seixal) em parceria com a Associação Tradballs e o fórum DancasTradicionais.net, vai realizar o 2º Encontro de Música e Danças Tradicionais - Maré Trad 2009.
O cartaz é composto pelos grupos Laefty Lo (dia 3) e Cabaz (dia 4). Os dois bailes são precedidos de workshops para iniciados, entre as 21h30 e as 22h30.
A iniciativa que teve a sua primeira edição em Novembro último, pretende promover a cultura tradicional a sul do Tejo, num contexto em que muitos são os novos entusiastas.
Serão 15 dias de dança a invadir a fundição de oeiras, num formato que muito bem conhecemos, num ambiente diferente. Workshops para aprender e partilhar, Danças do Mundo, Aulas de Técnicas de Dança, Dança para a Comunidade, bailes para sorrir, Debates, Feira de Artes e muita animação com a Festa de Abertura, Jam Partys, Bailes e Festa de Encerramento.
A primeira edição de uma iniciativa que promete marcar enormes pontos na divulgação [talvez seja mais correcto escrever consolidação] da paixão pelas novas formas de ver a dança, em especial a de raíz tradicional.
Com muitas das actividades gratuitas e outras com preços simbólicos não haverá desculpas para ceder a força do chumbo ou a apatia do centro comercial. Nem mesmo a praia terá argumentos para cativar perante tal programa.
Granitos Folk 2009 - os Melech Mechaya estiveram presentes e trouxeram com eles Budja Ba, a deusa da alegria. O público deixou-se contagiar pela euforia destes cinco jovens de Lisboa, num espectáculo que misturou as vibrantes sonoridades do klezmer com uma vertente teatral e de comédia.
Fomos encontrá-los cansados mas satisfeitos. A alegria, essa, parece inesgotável para os «reis da festa», como nos dizem significar, em hebraico, o nome do grupo.
A história não é longa, mas é cheia de diversão e, porque nem tudo é festa, muito trabalho. Melech Mechaya é um projecto recente mas que conquistou já um lugar no panorama da world music em Portugal. Com apenas dois anos de existência ganham destaque ao serem um dos único grupos a apresentar um reportório inteiramente baseado no klezmer - «Na verdade achávamos mesmo que éramos os únicos», responde André Santos, o guitarrista do grupo, «mas há pouco estivemos a falar com um senhor que nos disse que também era músico de klezmer em Portugal. E ele disse o mesmo: também achava que era o único». Parte do grupo já trabalhava noutros projectos quando surgiu a ideia de tocar música tradicional judaica, a partir de um livro de João Graça, o violinista. A energia fora de série deste género musical e a vontade de fazer algo diferente, como referem Francisco, percussionista, e João, foram o impulso necessário.
Klezmer é a palavra de ordem. Não será, no entanto, demasiado restritivo? O grupo está de acordo em admitir que a ideia de um reportório exclusivamente klezmer é um mito. «As melodias partem da escala klezmer, no entanto é apenas isso: um ponto de partida», refere André, «temos imensas influências». Miguel Veríssimo, do clarinete, vai mais longe, «em certa medida é um rótulo que nos permite de forma rápida explicar o tipo de música que fazemos. Não podemos simplesmente dizer que fazemos um estilo de música diferente e indescritível». As sonoridades judaicas misturam-se com sonoridades flamencas, ciganas e mesmo tradicionais portuguesas, sem no entanto perderem o tom festivo que as caracteriza. Exemplo disso é o tema Chapéu Preto, que parte de uma música tradicional portuguesa, ou a música Sabituar, sobre a qual Miguel insiste em revelar a influência dos Beatles, a contragosto dos colegas de grupo.
Dentro do klezmer internacional há referências incontornáveis para o grupo, como os Klezmatics, que assumem ter uma importância fulcral para a banda, «nós vimos os klezmatics na culturgest dois meses antes de começarmos os nossos concertos ao vivo e marcou-nos muito», resume João Graça, ou Fanfare Ciocarlia, a que assistiram na Festa do Avante e que decidiram homenagear com a música Fanfarra. A aproximação a este género musical faz-se dissociada de qualquer raiz cultural, como explica Miguel Veríssimo, o que lhes permite trabalhar o klezmer sem pudor, o que não aconteceria se trabalhassem com o fado, por exemplo. No entanto, «a nossa intenção não é desrespeitar o klezmer tradicional, mas sim aprender mais sobre ele», acrescenta Francisco.
Mito ou realidade, a verdade é que é difícil falar de Melech Mechaya sem a referência constante ao klezmer, que tão bem se reflecte nas suas sonoridades. Outra prova disso é a dança, factor determinante nas composições de música festiva judaica e que deixa as suas marcas no público de Melech Mechaya, incapaz de permanecer quieto perante sonoridades tão entusiásticas. Se por um lado não hesitam em admitir a pouca aptidão para a dança, logo admitem também que esta é realmente importante tanto no momento de compor como nos espectáculos ao vivo. «Somos muito maus a dançar, dez pés esquerdos nesta banda», admite Francisco Caiado, «mas gostamos de fazer os outros dançar, é isso que nos move». «Com os nossos instrumentos dançamos como loucos», acrescenta Miguel Veríssimo, em tom de brincadeira. «Quando estamos a trabalhar nos arranjos ou mesmo nas músicas novas, tentamos sempre ver o que é possível fazer com o público», diz Miguel. Esta interacção está bem presente nas actuações de Melech Mechaya e o Granitos Folk não foi excepção: por três vezes o público foi convidado a subir ao palco e a tomar um papel activo na festa, como parte integrante do espectáculo. A presença no Andanças no ano anterior leva-nos a questionar um possível conceito de concerto-baile, com workshops de danças judaicas, porém é uma ideia que para já não faz parte dos projectos do grupo, «talvez não fosse muito coerente com o tipo de espectáculo que temos montado», responde Miguel, «importa-nos que as pessoas dancem de forma espontânea, que dancem como quiserem!», conclui João Sovina, contra-baixista.
O álbum que acabam de lançar, Budja Ba, é uma experiência nova para o grupo. Apesar de satisfeitos revelam que não foi fácil passar a euforia do espectáculo ao vivo para a gravação. «Ao vivo temos três componentes muito importantes: a música, a interacção com o público e as palhaçadas que fazemos», destaca Miguel, «na gravação duas dessas componentes desaparecem por completo!». As perdas são compensadas por um maior tratamento das músicas, pela introdução de sonoridades diferentes e por convidados especiais. «Mesmo os temas que costumamos tocar, têm coisas novas, arranjos diferentes…», esclarece o guitarrista, «procuramos fazer algo diferente». O lançamento do álbum, no Teatro da Comuna, marcará uma nova fase do grupo, «É uma espécie de ponto zero. Um momento onde paramos tudo outra vez e recomeçamos», diz Miguel.
Do panorama musical português referem a pequena dimensão do movimento: «Fazemos parte de um conjunto de bandas de world music que tocam para um grupo restrito de pessoas», diz o violinista do grupo, «mas sentimo-nos perfeitamente integrados». Depois do périplo pelas FNAC, na divulgação do novo álbum, e do Granitos Folk, ao qual tecem rasgados elogios, Melech Mechaya marcarão presença no Festival de Músicas do Mundo, em Sines, e terão, em breve, mais uma experiência importante: o concerto no Špancirfest, em Varaždin, na Croácia.
De uma conversa animada e repleta de gargalhadas, concluímos que Melech Mechaya se revelam em palco como são fora dele: irreverentes e cheios de energia, uma trupe que expressa na música o à vontade e o bom humor com que socializa.
O grupo Pescanova inaugurou hoje em Mira o maior viveiro de rodovalho do mundo, num investimento avaliado em 140 milhões de euros que vai criar 800 empregos. Durante a inauguração, José Sócrates afirmou que este investimento "dinamizador" confere a Portugal "dimensão e escala na aquacultura, que "vai subir de importância". "É com estes investimentos que se cria um país melhor", disse, realçando que o complexo industrial de Mira vai ajudar a dinamizar a investigação e desenvolvimento, em ligação com a rede de universidades, criar emprego qualificado e aumentar as exportações.
A mostra reúne 12 filmes, uma vídeo-performance em tempo-real e uma conferência com a presença do realizador. A selecção de filmes apresenta algumas das explorações de Tiago Pereira ao conceito de tradição e às origens da memória colectiva. Incidindo sobre noções de popular, etnografia, e de património imaterial o seu trabalho desafia as convenções formais do cinema e do género documentário, procurando deste modo, criar várias impressões sobre o material recolhido. Os trabalhos apresentados manifestam uma actualização do tradicional alterando a sua natureza para uma noção dinâmica, transmissível e transformadora. O processo criativo de Tiago Pereira revela uma produção insistente de narrativas não lineares, que se dirigem para uma reconciliação da memória contemporânea. Devolver a música ao espaço público da sociedade é uma forma de lembrar a urgência de alfabetizar a memória do futuro. O cruzamento interdisciplinar de ferramentas digitais, frequentemente utilizadas por vjs e performers audiovisuais, com processos artísticos característicos da música tradicional e electrónica, permite a Tiago Pereira desenvolver uma linguagem visual original e estabelecer uma comunicação inovadora entre o passado e o presente.
O trabalho do realizador e visualista Tiago Pereira incide sobre a riqueza cultural portuguesa. A dicotomia entre contemporâneo e rural muitas vezes reveladas nas suas obras, reúne dinâmicas que permitem analisar e reflectir sobre processos de construção de identidade nas comunidades que nos rodeiam. As recolhas etnográficas que realiza, são objectos fundamentais porque reveladoras do grau de impermanência da sua cultura. Em termos de memorização, o seu trabalho mostra como é necessário documentar porque a população está a modificar-se, pelo contacto de culturas ou porque a tradição se vai perdendo. No entanto, é preciso ver a tradição como um fenómeno dinâmico e sofisticado, e a transformação de hábitos e valores como um aspecto saudável da sociedade contemporânea. Esta conferência irá reflectir sobre novas correntes de pensamento criativo, os impactos que as linguagens visuais têm vindo a produzir na aquisição de conhecimento, e nos processos de representação envolvidos na construção de identidade colectiva, num país com um interior cada vez mais desertificado e um litoral acentuadamente sobrepopulado.
26 E 27 de junho- 21h30m Largo Bento de Jesus Caraça - Barreiro Entrada Livre
Como já vem sendo hábito o festival ETC – Encontro de Talentos Criativos vai presentear-nos com uma programação diversificada, desde a sua sonoridade, até à troca de experiências entre bandas conhecidas nacional e internacionalmente e bandas que se estão a lançar e prometem arrasar com o público. Existe também um espaço dedicado aos jovens criadores e artesãos. Esta mostra de novos valores constitui um hino à originalidade e criatividade, onde podem inscrever-se até 22 de Junho através de:
Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
(nome, idade, morada, contacto, portfolio em anexo).
Noitradas | Largo do carmo | Lisboa 08:00 
com este calor nocturno, a noite convida a estar fora de casa, a melhor escolha é ir dançar e tocar para as ruínas do carmo, um espaço sublime e encantador onde as tertúlias trad & mágicas passam por ali\"
O projecto Megafone tem como objectivo primeiro a fusão em palco da música tradicional portuguesa com novas tendências da música pop contemporânea. Pretende, antes de mais, mostrar que as raízes populares na música portuguesa podem aquirir novas...
- Apresentação * Vídeo de apresentação sobre a dança irlandesa e conversa com os professores - Técnicas de soft shoe * Noções e passos básicos, postura corporal, sequências simples -...
Festival Internacional de dança de Oeiras 08:00 
Durante quinze dias realizam-se Workshops de Danças do Mundo, Aulas de Técnicas de Dança, Dança para a Comunidade, Workshops e Demonstrações de Danças de Rua (Street Dance), Debates, Feira de Artes e muita animação com a Festa de Abertura, Jam...
Noitradas | Largo do carmo | Lisboa 08:00 
com este calor nocturno, a noite convida a estar fora de casa, a melhor escolha é ir dançar e tocar para as ruínas do carmo, um espaço sublime e encantador onde as tertúlias trad & mágicas passam por ali\"