Ritmos na aldeia de Querença Enviar por E-mail
Terça, 25 Agosto 2009 15:00

Ainda a recuperar fisicamente do Andanças, os caminhos da transumância levaram-nos até Loulé, mais precisamente à aldeia de Querença, para o Festival Ritmos. A iniciativa, que teve lugar dias 14, 15 e 16 de Agosto, foi organizada pela Câmara Municipal local e a produção a cargo da Associação Pé de Xumbo. O principal objectivo foi divulgar as danças tradicionais do mundo.

A aldeia vestiu-se de pompa a circunstância. As ruas estavam bem arranjadas e o Largo da Igreja, ponto central do lugar, fervilhava de gente em torno de um palco que lançava as suas luzes de múltiplas cores em várias direcções. Ali actuaram os primeiros projectos de cada noite: Atma, Aires Flamencos e Fanfarra Kaustica respectivamente.

Mais a baixo, junto á Fundação Manuel Viegas Guerreiro, estava o 2º palco do Festival. Com um amplo espaço na frente, destinado a quem quis bailar, recebeu a actuação dos Dites 34 na primeira noite, dos Monte Lunai no sábado e dos Cobblestones no encerramento do Festival.

A sexta-feira ficou marcada pelas sonoridades mais jazisticas dos Dites. O grupo francês tem vindo a fazer um percurso que se afasta das raízes puramente tradicionais e marca os seus espectáculos por diferentes momentos de experimentalismo. A noite de sábado foi particularmente animada, entre o bom baile dos Monte Lunai e a bela escolha musical do DJ António Pires. Os horários tardios de domingo, para quem trabalhava segunda, podem ter afastado algum público. Algo a rever em futuras edições.

O balanço final é extremamente positivo. Muita gente nova a bailar que soube aproveitou os workshops agendados e a experiencia das várias caras conhecidas que assiduamente marcam presença nos festivais de raiz tradicional.


 
Ferraria Viva, a aldeia à descoberta Enviar por E-mail
Sexta, 21 Agosto 2009 11:27

Uma aldeia do xisto aberta à descoberta, que nos oferece um programa cativante para o fim de semana. Entre actividades de natureza, cultura tradicional e a irreverência dos No Mazurka Band, na serra que acolhe Ferraria de S. João, o tempo será refém da  beleza, da música, da dança e de todos que queiram construir o momento.

Se outras mil razões não houvesse, este é o desafio certo para (re) descobrir as serras e aldeias do xisto que elas encerram.

Onde fica Ferraria de S. João?

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Sons09 Enviar por E-mail
Quarta, 19 Agosto 2009 00:00

Um rio convida estendendo o ar fresco que cativa nas tardes quentes, um programa recheado e aberto a imensas caras alegres  no regaço de uma serra que acolhe. Será assim o Sons09 em Janeiro de Cima, aldeia-casa no Fundão.

Primeira pedra de uma iniciativa que se estenderá nos anos  - o sonho raíz d'aldeia, a ser apresentado no sábado - e que nos levará numa viagem incrivel pelos recantos das aldeias do xisto, o Sons09 será o momento de retomar memórias para uns e excusa soberba para arrecadar recordações para todos. Setembro receberá melodias de sempre quando o primeiro fim de semana chegar.

Site com informação detalhada: sons09.rodobalho.com

Uma co-produção Tradballs, Rodobalho e Enluarados.

                                                                                          Contactos - 916372971; 966887299

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Programa

(Sujeito a alterações)


Sexta - 4 Setembro
 
22H00 - Hora do Conto

23H00 - Baile / Concerto | VENTOS DA LÍRIA
01H00 - Jam session e Dj Folk
 
Sábado - 5 Setembro

10H00 - Visita e raid fotográfico á Lavaria das Minas da Panasqueira
(Inscrições na bilheteira)
10H00 - Workshop de cozedura de pão em forno de Lenha | Restaurante Fiado, Forno de Xisto ( (inscrição na bilheteira)
10H00 - Yöga |
11H30 - Workshop de Danças Tradicionais: Viras & Outras | Alexandre Matias

almoço  

14H00 - Workshop de artesanato em materiais reciclados | Agub
14H00 - Workshop de confecção de linho em teares tradicionais | Casa das Tecedeiras
15H30 - Workshop de pinturas faciais | PIMPIDU (todas as idades)
16H00 - Jogos tradicionais
16H00 - Corrida de barcas tradicionais na Praia Fluvial da Lavadeira (inscrição na bilheteira)
17H00 - Workshop de Danças Tradicionais: Bourrée's 3 Tempos | Alexandre Matias

jantar
 
21H00 - Tertúlia XIS-Tema - Apresentação do Projecto Raiz d'Aldeia e conversa aberta sobre actividades de cultura tradicional na Rede de Aldeias do Xisto
22H00 - Concerto / Baile | DEU LA DEU
23H00 - Hora do Conto

24H00 - Concerto / Baile | FOL&AR
01H00 - Jam session e Dj Folk

Domingo - 6 Setembro
 
10H00 - Visita e raid fotográfico (inscrições na bilheteira)
10H00 - Workshop de construção em Xisto - inicio de construção de um muro, o muro do festival
10H00 - Yöga
11H30 - Workshop de danças tradicionais: Bretãs | Alexandre Matias

almoço
 
14H00 - Workshop de artesanato em materiais reciclado |- Agub (Praia Fluvial)
15H00 - Workshop de artesanato em Fitas de orelos (típicas da região)
16H00 - Jogos tradicionais
17H00 - Workshop de danças tradicionais: Quadrilhas do Poitou | Alexandre Matias
18H30 - Concerto / Baile | CABAZ

Workshops de Dança
-Viras & Outras - Viras do Minho, Figuras, Passo Base, Dança a Dois e a Quatro
-Bourrée's 3 tempos - Bourré Auvergne, Bourré Petite Voyageur, outras
-Bretãs - Suite Plinn, Patch Pi, Rond de Landéda, Kost Ar C'hoad
-Quadrilhas - Marchoises, Pas de Éte à Bozier, Avant Deux

Passeios de burro - Sábado e Domingo às 16h - esta actividade é extra festival e tem um custo de 2.5€ por participante. 

Refeiçôes no âmbito do festival com pré-inscrições para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . Ménu e preçários em "aspectos práticos".


 
Anti tradição Enviar por E-mail
Terça, 18 Agosto 2009 13:52

Daydreaming in Public by Sofia Ponte & Tiago Pereira from TRACK Y on Vimeo.

O abandono dos temas populares, a reconciliação é impossivel. 

Oficialmente o blog modularvideo terminou, a minha prestação, excepto em raras excepções, dentro do movimento tradicional e popular em Portugal acabou. O blog fica no entanto alojado aqui, pois considero que não deve ser perdido o seu conteudo, não me arrependo de ter enveredado por este caminho, mas neste momento preciso de uma pausa, não sou radical ao ponto de acabar com tudo, a minha participação em Omiri continua, mas o blog e os filmes de velhinhas não. De facto não faz parte das minhas actividades futuras fazer filmes sobre memória popular, a necessidade de documentar é muito grande e existem outras memórias para alfabetizar.

Fica o video do futuro, já começado. 

A vida começa em Agosto 


 
Ecos da terra Enviar por E-mail
Domingo, 16 Agosto 2009 16:49

Escuta-se, vindo das terras de Basto, a proposta de um fim de semana em sons tradicionais. Junta-se o "ecos da terra", ao rol de novas propostas, de irrevêrencia de associações que dinamizam e fazem a diferença, num ano que ficará nos livros de recordações associado a uma extensa criação de novos pontos de encontro bailados.

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Festival Ritmos, em Querença, Loulé Enviar por E-mail
Segunda, 03 Agosto 2009 15:40

flyerritmos_310Outra semente lançada à terra, mais duas folhas que se aventuram no verde-vida fora da terra que lhes dará vida. Semeado pela camâra municipal de Loulé, em parceria com a inestimável Pédexumbo, nasce este ano o "Ritmos - festival internacional de danças do mundo". Oficinas de dança e afinidades, bailes e uma aldeia do algarve prometem fazer a colheita de 14 a 16 de Agosto. Fica o programa e texto oficial:

A típica aldeia de Querença, no interior do Concelho de Loulé, vai ser palco da primeira edição do “RITMOS – Festival Internacional de Danças do Mundo”, nos dias 14, 15 e 16 de Agosto. Trata-se de um evento que pretende, acima de tudo, divulgar as danças do mundo, através de espectáculos, oficinas, workshops e muita animação.
A Dança é uma das maiores expressões culturais que um povo pode ter como montra das suas raízes e das suas transformações ao longo dos tempos. Tendo como ponto de partida a multiculturalidade desta forma de arte, serão propostas várias experiências aos visitantes do festival, envolvendo-os numa mística de convívio onde o movimento será o ponto de união. Daí surge o nome do evento - “RITMOS” - uma palavra cujo significado remete para uma experiência de cadência e de intensidade.

O “RITMOS” será, pois, um vasto aglomerado de experiências intensas que certamente irão apaixonar os visitantes deste festival. Quebrando fronteiras geográficas e barreiras culturais, o “RITMOS” terá vários tipos de danças, de todo o mundo. Das europeias mais antigas, às contemporâneas, passando pelas danças de Portugal, até a outros continentes, a mescla de movimentos será um convite a dançar. O público será, de resto, fundamental em todo este processo.
Mas o festival não se fica por aí. Não faltará animação de rua com grupos e trupes que farão as delícias de miúdos e graúdos. O artesanato estará também presente com diversas bancas, numa mostra de adereços intemporais e interculturais.
Papel igualmente importante terá a gastronomia. Num dos novos espaços da aldeia, prestigiados chefes de cozinhas farão diversas experiências gastronómicas que levarão o visitante a redescobrir as receitas de outros tempos.
A iniciativa irá decorrer no eixo central da aldeia. Tendo como centro o Largo da Igreja, as iniciativas vão estender-se entre a Casa do Povo local, passando pelo Largo da Igreja, até à nova Fundação Manuel Viegas Guerreiro.

Todo o espaço será das pessoas, estando vedado à circulação de veículos, permitindo assim viver em pleno a atmosfera que a aldeia em conjunto com o festival transmitirem.
A entrada é livre.


 
IPUM e Pé na Terra em Braga Enviar por E-mail
Quarta, 29 Julho 2009 21:29
Música tradicional, bombos e a patuscada típica são as principais atracções do arraial de verão agendado para a noite de Sexta-Feira, 31 de Julho, no Adro da Igreja, em Panoias, Braga. Os grupos IPUM e Pé na Terra, dois nomes sonantes da música nacional de raiz mais tradicional, são os grandes protagonistas da noite.

As actividades de animação de verão da freguesia de Panoias, em Braga, contam este ano com uma noite especialmente dedicada ao reviver das nossas tradições mais ancestrais. Neste sentido, o Núcleo de Apoio às Artes Musicais, uma vez mais em estreita colaboração com a Junta de Freguesia de Panoias, solidifica sua afirmação no quotidiano cultural Panoiense.

A actuação previsivelmente animada dos bracarenses IPUM, a ter lugar a partir das 21h no Adro da Igreja, marca o arranque da noite de música tradicional agendada para sexta-feira, 31 de Julho. O grupo fará desfilar os seus bombos, levando o alvoroço aos principais pontos da localidade e convidando todos os Panoienses para o grande arraial que se avizinha.

No decorrer de um espectáculo que se prevê preenchido de muita musicalidade minhota, há também a oportunidade de se saborear o melhor da nossa gastronomia regional no contexto de uma patuscada típica recheada dos melhores grelhados, petiscos e doçaria regional. No decorrer deste autêntico arraial minhoto evocativo das nossas tradições culturais mais antigas, o grupo Pé na Terra fará ecoar a sonoridade das nossas raízes, num concerto com início marcado para as 22h e que se prevê repleto de muito bailarico e boa disposição.

A pensar nos mais novos, decorrerá a partir das 24h, na sede da Junta de Freguesia de Panoias, uma sessão de videojogos pela noite dentro. No contexto de uma gamezone equipada de múltiplas consolas, monitores e videoprojectores, serão colocados à disposição dos presentes variados jogos, com especial destaque para o “Guitar Hero”.

 
Trebilhadouro aldeia-festival Enviar por E-mail
Terça, 21 Julho 2009 00:00

trebilhadouro_310Trebilhadouro, concelho de Vale de Cambra. Como outras, uma aldeia que lentamente viu o seu sange fluir para artérias mais urbanas, mais litorais, menos montanhosas. Ficaram o granito, as árvores e os campos. Ficou uma fonte logo à entrada da aldeia, a oferecer água a bocas que deixaram de lhe sentir o prazer do sabor a terra, para se habituarem ao asséptico. Ficaram ruas que não mais ligam os campos às eiras.#

Regressou uma companhia de teatro, regressaram as vontades de construir algo minusculo sobre aquela grandeza de história e estórias escritas de sol a sol. Nasceu o Trebilhadouro, o festival, que herdou o nome da mãe, a beleza do cenário, o colo da serra. Uma vez a cada dois anos, é pouco [muito pouco?], as ruas ganham pó, a água da fonte ajuda a limpar algum dele da garganta e a arte cruza-se com a alegria.

Em três dias, mostra-se a arte numa eira, dança-se num lameiro, acampa-se num pinhal, partilha-se em qualquer lado e aprende-se no dia e na noite. Diz-se que o objectivo deste festival-aldeia é revitalizar a aldeia que perdeu o sangue. Talvez seja possível [não será certamente, ninguem o deseja, recristalizar na aldeia que um dia foi], é possível sorrir enquanto se tenta e pouco a pouco se consegue.

Esta será a sétima edição (nem sempre foi bi-anual), "na aldeia que o baptizou, em Sandiães – Rôge, as janelas abrem-se ao Mundo como dois braços estendidos que durante três dias enchem o “silêncio” de Trebilhadouro com o “barulhinho” das palavras e a presença dos forasteiros para conviverem de perto com a Música internacional, a Gastronomia, o Teatro, as Oficinas de Expressão Dramática e Artes Circenses, Workshops de Instrumentos Musicais, a Literatura, os Contos Tradicionais, Danças Europeias e Africanas, e muito mais, na habitual troca de ideias, de saberes e momentos de convívio". 

Os convidados são, entre outros, Tinto e Jeropiga - o projecto do Osga e Andreia - as Danças d'Unha e o Galo Quirico e os seus amigos. Fica, no resto do artigo, o programa completo. De 31 de Julho a 2 de Agosto, em plena sobreposição com o Intercéltico de Sendim, na aldeia de Trebilhadouro, que assim fica cheia de vida e muito sangue novo.


 
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13 de Maio na Marinha Grande

 
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11 Março




13 Março


Workshop de dança | Centro Norton de Matos | Coimbra
17:00 
Pelo Rodobalho, no âmbito da marcha mundial das mulheres. gratuito


14 Março


17 Março

19 Março

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