Nova página oficial do festival Andanças já está disponivel. Com todos os detalhes.
Notícias
Bailes Marafados em Faro
Domingo, 05 Setembro 2010 12:33
Será nos próximos dias 10,11 e 12 de Setembro que vão regressar os Bailes Marafados, um Festival de Danças Populares onde poderás aprender e dançar diversas danças tradicionais e contemporâneas que se começou a realizar em 2007.
Ao longo das três tardes serão realizadas várias oficinas de danças (começam às 14h30) e aulas de Tai Chi e Yoga (final da tarde).
Na sexta feira actuarão os algarvios Pelivento, no sábado os Fol&Ar e no domingo os Mosca Tosca. Ainda no sábado antes dos Fol&Ar, Luis Carmelo irá apresentar-nos a estreia algarvia de Contantinas - Contos ao som da Concertina.
Anuncia-se a primeira edição do Dom Dinis era Gaiteiro, dia 21 de Outubro (quinta-feira) em Coimbra. Essa primeira sessão de Noite de Palco Aberto decorrerá no Centro Cultural Dom Dinis (à praça Dom Dinis, antigo Hospital, Universidade de Coimbra) e será uma primeira experiência daquilo que se pretende ver repetido ao longo dos próximos tempos (quiçá anos, décadas, séculos ou milénios). Deverá ter início às 21:30 e fim pelas 00:30.
Pretende-se a troca de ideias, experiências, conhecimentos e, acima de tudo, o saudável convívio e diversão entre amadores e/ou profissionais que se dedicam, ou que poderão vir a dedicar-se, à Música e Danças Tradicionais Portuguesas.
Ao palco estão convidados músicos e cantadores, nunca em número superior a 4 elementos, qualquer que sejam os instrumentos utilizados, de forma a evitar ambientes excessivamente barulhentos.
Poderão interpretar 2 temas à escolha, procedendo a uma inscrição prévia do agrupamento para que a ida ao palco seja ordenada e contínua.
Nada impede que se inscrevam mais de uma vez na lista de actuações de ida ao palco. Dá-se preferência a temas Portugueses com utilização de instrumentos tradicionais acústicos. Caso seja necessário, estarão disponíveis microfones para instrumentos, como flautas, rabelos, violas, violões, guitarras, etc, e vozes.
Procurar-se-á a não repetição de temas para enriquecimento da noite e evitar comparações desagradáveis.
Temas que proporcionem a dança serão mais que bem-vindos. Temas e/ou instrumentos estrangeiros também são permitidos, desde que estejam inseridos no mundo da música Trad/Folk/World.
Entrada grátis.
A designação de "Dom Dinis era Gaiteiro" não pretende ser redutor em relação aos locais de realização dos eventos, nem dos instrumentos que poderão subir a palco (como se sabe, em todo o mundo gaita é a designação para diferentes instrumentos: harmónicas, gaitas-de-foles, concertinas, acordeão, flautas, etc).
Qualquer sugestão, crítica ou apontamento é e será sempre bem-vinda. Agradece-se aos criadores/organizadores do Terreiro do Gaiteiro uma palavra de sabedoria para que o Dom Dinis era Gaiteiro seja um sucesso. O Diogo Leal, Pedro Almeida e Gustavo Portela estão, obviamente, convidados a tocar e a beber um copo connosco.
Começar um filme pelo fim é sempre uma proposta interessante. Este arquitecto merece a desfacatez: termina com um conselho de ouro. Descubram-no e levem-no para o dia a dia.
Nestes 46 minutos Samuel Buton desfia paisagens, bailes, danças e imagens cuidadosamente selecionadas e produzidas para um sumo final a que se juntam temas músicas que remetem a bailes cheios de energia e vontade de voar. Uma ementa em torno do que é o baile, com estações intermédias, do que nos leva a partilhar o prazer da dança, a criar o momento da música ao improviso.
Uma residência artística, concertos, bailes e oficinas - a dança é o pretexto para pôr em contacto Serranos com músicos estrangeiros e portugueses, estudiosos e um público cada vez mais alargado.
O Fole encontra-se em todos os seus estados no Festival Arraiais do Mundo: Concertina, Acordeão ou Bandoneão - venha descobrir as suas diferentes sonoridades! A concertina, instrumento que chegou a Portugal antes do acordeão, está presente com o grupo lisboeta Fol&Ar. O acordeão tem dois representantes no grupo franco-português Extravanca: o João Frade e o Guy Giuliano, os quais apresentam, com Pascal Seixas, Romain Cuoq, Anthony Jambon e Simon Valmort, o resultado da Residência Artística que teve lugar em Cachopo (Tavira). Esta Residência visa a recuperação do repertório tradicional algarvio, num formato contemporâneo. O Bandoneão é um instrumento de origem Alemã, embora hoje em dia mais associado à Argentina, em particular ao Tango. Está presente em Tavira com o grupo Tangomanso Orquesta Inestable. E do Baile Mandado ao Tango, é só um passo de Estravanca: esta luta coreografada transforma-se em Setembro num grande Arraial.
PROGRAMA (ENTRADA LIVRE)
Sexta-feira 3 de Setembro 18h30 – Oficina de Danças Tradicionais Europeias com Alexandre Matias, Jardim do Coreto – Tavira 22h00 – Concerto - Baile com Fol & Ar, Praça da República – Tavira
Sábado 4 de Setembro 10h30 – Oficina de Cante do Algarve com Os Velhos da Torre, Palácio da Galeria – Tavira (Inscrição na Sexta feira anterior) 15h00 – O Património Cultural Imaterial: Encontro para a constituição de um Arquivo de Dança com Lia Marchi, Sede Clube de Tavira – Tavira (mais info) 18h30 – Oficina de Danças do Algarve com Alexandre Matias, Jardim do Coreto – Tavira 22h00 – Concerto - Baile com Extravanca, Praça da República – Tavira
Domingo 5 de Setembro 18h30 – Oficina de Tango com L.E Tango Juan + Graciana, Jardim do Coreto – Tavira 22h00 – Concerto – Baile com Tangomanso Orquesta Inestable, Praça da República – Tavira
RESIDENCIA ARTISTICA: EXTRAVANCA! NA SERRA DO CALDEIRÃO
22 de Agosto – 3 de Setembro, Cachopo – Tavira
Juntar músicos com formação e experiência em jazz e interesse pelas músicas tradicionais e músicas do mundo é uma boa aposta para trabalhar o repertório algarvio, já rico em influências cosmopolitas. E nada melhor que ficar durante duas semanas na Serra do Caldeirão para juntar ideias, descobrir sonoridades, reconstruir melodias e compor novas músicas.
Com a experiência do contrabaixista Pascal Seixas (Dites 34, Minuit Guibolles, Travudia) em colaborações artísticas internacionais e a paixão do acordeonista João Frade pela sua região, o resultado promete muitas cores e surpresas. Diálogos diabólicos com o outro acordeonista Guy Giuliano, chuva de solos com o guitarrista Anthony Jambon e o saxofonista Romain Cuoq, falta só o baterista Simon Valmort para fazer caminhar esta residência até o mar.
Estreia no dia 4 de Setembro as 22 horas na Praça da Republica, Tavira.
Na segunda edição, o "Ecos da terra" propõe como objectivo a divulgação de novos conceitos à região de Basto e dar a conhecer o que de bom tem, desde a beleza paisagística, passando pela gastronomia, ao artesanato e claro as maravilhosas gentes de Basto. Conceitos esses que vão desde a música, passam pela dança e teatro, aos usos e costumes, à arte, aos produtos tradicionais e à conservação da natureza.
Programa:
19 de Agosto (Quinta-feira) Tuttis Catraputtis.
20 de Agosto (Sexta-feira) Bilan; Mosca Tosca; Roncos do Diabo; Olive Tree Dance.
Workshops/Actividades diúrnas: Aula de Yoga; Workshop de Danças Tradicionais; Workshop de Didgeridoo; Workshop de Percussão; Workshop de Danças Africanas.
21 de Agosto (Sábado) Toques do Caramulo; Uxu Kalhus; Galandum Galundaina; Melech Mechaya.
Workshops/Actividades diúrnas Aula de Yoga; Workshop de Danças Tradicionais; Workshop de Danças de Miranda; Workshop de Fotografia; MostrArte.
Bilhetes para os concertos 19 de Agosto – Entrada Gratuita; 20 de Agosto – 12 euros; 21 de Agosto – 13 euros; Passe 3 dias – 20 euros.
A segunda edição do Festival Ritmos, organizado entre a Associação PédeXumbo e a Câmara Municipal de Loulé, volta este verão à aldeia de Querença, no Algarve.
À semelhança da edição anterior, o festival Ritmos tenta levar ao público espectáculos de dança em que o público assume papéis diferentes: público- participante e público-espectador.
Tendo como mote a Serra do Algarve, rica pela sua diversidade, vamos “subir” a outros picos. Picos esses que nos levam a vales e a mudanças de temperaturas e cheiros.
Aromas, texturas, sentimentos, movimentos, sons... são muitas as sensações e imagens que nos ligam a Serras. Serras que são feitas de pessoas, no centro de cidades, em recantos não habitados e outros que se transformam com o tempo.
O festival decorre ao ar livre, no centro da aldeia, em diferentes espaços.
Programa
Sexta-feira | 13 de Agosto
22h00 Espectáculo de música e dança BAILANCER – Palco Igreja
23h30 Baile TRIBAL JAZE – Palco Fundação
Sábado | 14 de Agosto
18h00 Oficina de Dança e Música para Adultos BATUQUE – Casa do Povo
19h00 Oficina para Pais e Filhos ZAMPADANÇAS – Pólo da Agua
22h15 Espectáculo de Música e Dança FINKA PÉ – Palco Igreja
23h45 Baile com TOQUES DO CARAMULO – Palco Fundação
Domingo | 15 de Agosto
18h00 Baile/Oficina VALSAS MANDADAS – Casa do Povo
O Festival Byonritmos surge em 2005 com um projecto envolvente, que desde o seu início, pretendeu juntar no mesmo espaço diferentes artes e públicos.
Na sua 5.ª Edição, o Festival Byonritmos, vai dar um lugar de destaque à Música e à Dança. O concerto mais esperado é dos portugueses Terrakota, que completam este ano, 10 anos de existência. Este concerto marcará uma breve passagem da banda por Portugal, sendo uma das datas da sua Tour Mundial. Também os Zef e Spakkabrianza, vindos de França e Itália respectivamente, são garantidamente dois espectáculos a não perder, dois projectos de reconhecido destaque no panorama do Folk Europeu, talentosos músicos que revitalizam danças e melodias tradicionais, e que vão pôr o público a dançar. Oriundos da cidade do Porto, os Semente apresentam um espectáculo de carácter visual e sensitivo muito forte, através da fusão de coreografias e músicas dos quatro cantos do mundo. Diferentes Oficinas e Actividades irão acontecer ao longo dos dois dias do festival: danças do mundo, instrumentos musicais, jogos tradicionais, construção e concurso de arco e flecha, cerâmica, passeios pedestres, origâmi e ainda uma regata solar... O Festival da Diversidade ergue-se numa extensa zona verde que envolve a majestosa Casa da Juventude de Baião, localizada entre as margens do Rio Ovil e o Parque Arqueológico da Serra da Aboboreira. A estrutura do Festival Byonritmos foi também pensada tendo em conta a sensibilização para a preservação ambiental: não haverá, como exemplo, copos descartáveis, sendo aconselhado ao público trazer o seu copo/caneca de alumínio/plástico. O Festival Byonritmos está a cargo das associações Byonritmos, Andarilhos e Popolomondo, com o apoio da Câmara Municipal de Baião e como parceiros da área da dança e promoção cultural a Ácaro/Contagiarte e a PédeXumbo.
“Esta 5º edição do Byonritmos pretende envolver e aproximar todos os participantes: desde músicos, a monitores de dança, passando pelo público de diferentes gerações”, refere Vasco Monterroso, da organização, que ambiciona “construir dois dias mágicos”.
Danças Africanas - Eva Azevedo Pilates - Eva Azevedo Danças Latinas - Angel Terry Danças Orientais - Charlote Bispo Danças Italianas - Monica Sava Flamenco - Catarina Ferreira
Oicinas de Instrumentos
Gaita de Foles - Ricardo Coelho Cavaquinho (iniciação) - Pedro Fernandinho Braguesa (iniciação) - João Paulo Borges Bandolim - Bruno Monterroso
Oficinas para Crianças
Danças Portuguesas - Diana Azevedo/Andarilhos Origâmi - Nuno Silva Jogos Tradicionais - André Silva Cerâmica – Elaboração de vasos em cerâmica com técnica pré-histórica - Carla Stokler Construção/Concurso de Arco e Flecha - Carla Stokler
"...Vinda de uma época esquecida, mas ainda viva, os Mosca Tosca oferecem ao público um espectáculo de ritmos tradicionais europeus dignos de uma lenda épica..."
Festa de lançamento do cd "Petisco" Hoje, Quarta, 28 Julho 2010, pelas 22H30 - concerto MOSCA TOSCA na Fábrica Braço de Prata, (poço do bispo), Lisboa
Depois da realização de vários concertos e bailes, após 3 anos, os Mosca Tosca apresentam o seu primeiro CD-EP (ou maquete), com o título "Petisco", gravado na Fábrica Braço Prata, no dia 13 Junho 2010.
Para este concerto de lançamento do albúm "Petisco", convidamos a todos os interessados a participarem nesta nossa festa especial e se possível, vestidos com roupa às riscas horizontais, simbolizando uma das imagens de "marca" dos Mosca Tosca: "as risquinhas". As eventuais moscas serão dignamente também convidadas. Este evento conta com o apoio da Tradballs e da Fábrica Braço Prata
Voltam as novidades do festival que marca o começo do "novo ano". Nunca o Andanças ficou preso em passados ou formas cristalizadas de dança é música. Em 2010 abre mais um caminho arrojado, conjugando a tecnologia com a tradição, a electrónica com a dança: Flocking o baile interactivo.
O que é? No âmbito das novas criações de bailes que a PédeXumbo tem desenvolvido, desenvolveu-se o conceito dos bailes interactivos – Flocking. Trata-se de uma colaboração PédeXumbo/Artshare, com direcção artística de Luís Miguel Girão. Durante todo o Andanças, em tenda própria, a equipa da Artshare estará em laboratório a experimentar e explicar este sistema. Conceito O voo elegante do bando de pássaros ou o movimento fascinante de um cardume de peixes intriga cientistas, inspira artistas. A sua beleza, inteligência e instinto enquanto grupo de indivíduos é o centro deste projecto artístico. Os bailes de danças tradicionais europeias são uma forma única de expressão sincronizada entre seres humanos. A nossa acção enquanto seres sociais é definida e implementada de acordo com princípios organizacionais intrínsecos a cada um.
Para iniciarmos uma nova década de celebrações musicais intercélticas em terras de Sendim, na finisterra mirandesa de Trás-os-Montes, a opção fundamental da programação recaiu maioritariamente sobre jovens formações musicais provenientes de distintas geografias ibéricas apostadas em contribuir, com as suas múltiplas propostas, para se alargarem as margens expressivas da música de matriz folk dos nossos dias. Interessaram-nos sobretudo aqueles projectos que olham o futuro a partir das raízes e que se acercam das encruzilhadas não para se instalarem no conforto dos limites mas antes para descobrirem o sortilégio da partilha intercultural.
Arrancamos com uma afirmação de vontade de tocar e de reinventar a música portuguesa de raiz tradicional (Diabo a Sete), detemo-nos nas seduções das rotas do contrabando cultural que recusa as fronteiras que não raro ignoram contextos de afinidades com seculares origens (Xarnege; na foto) e logo mais acabamos rendidos à sedução de um grito interno que se afirma como expressão actual de uma respiração cultural que resgata das memórias a essência vital do presente (Mercedes Péon). Nas transumâncias destes dias (re)descobrimos quão reconfortantes são as rotas da interculturalidade (Uxu Kalhus), porventura hesitando entre os apelos das terras e os chamamentos das costas de renovadas navegações (Garma), mas com a certeza de que longa vida da Oysterband é um poderoso tónico para a folk dos nossos dias e de sempre. No final das viagens que propomos bastar-nos-á a confirmação de uma daquelas certezas (ou verdades?) que adoptamos como princípio orientador da saga em terras de Sendim: quem não semeia o progresso faz morrer a tradição.
Cumpram-se, pois, as celebrações sendintercélticas em 2010 sob o signo da (re)descoberta permanente dos sons que fazem vibrar o cristal de um tempo que queremos viver com a máxima plenitude intercultural. Acreditamos - continuamos a acreditar! - que esta é a grande verdade do Festival Intercéltico de Sendim - Terras de Miranda.
PARQUE DAS EIRAS
€ 12,50 por noite
30 Julho 22h30: Diabo a Sete (Portugal) 23h30: Mercedes Péon (Galiza) 00h30: Xarnege (Euskadi/Gasconha)
Porque a clareza tem sido um marco essencial da pédexumbo, cujos relatórios de contas são públicos a sócios e não sócios e que publicou um resumo da contabilidade de [quase] todas as edições do Andanças. Vê-se no entanto confrontada com dúvidas - mas também insinuações - sobre as finanças do festival, apoiamos a 100% esta iniciativa da direcção da pédexumbo. Será uma oportunidade de esclarecer e questionar o aumento de preços e supressão de bilhetes, o lucro que o festival gera e onde é investido, quem é contratado e voluntário. Tudo em cima da mesa.
Nos últimos anos, têm sido levantadas várias dúvidas sobre as contas do andanças, críticas sobre aumentos de preços, etc. Uma vez que as contas são claras, mas por e-mail e documentos escritos não ficam esclarecidas todas as situações, achámos que a melhor forma de o fazer, é através de uma conversa aberta e franca. Programámos, assim, uma conversa sobre as "contas do andanças", em pleno andanças. estarei lá eu disponível para responder a tudo o que sempre quiseram saber sobre as contas do andanças! Será na sexta feira, dia 6, 16h, na igreja.
Dia 18 de Julho pelas 22h em Ançã, baile com UxuKa, com elementos de NMB, Uxu Kalhus e Dedo Mindinho (Paulo Pereira, Tó Zé, André Lourenço e Luís Martins). Localidade: Ançã (integrado na XIII semana cultural). O baile é 100% português, concebido para levar a nossa cultura a terras de França (Le Grand Ball d'Europe) e de Portugal!
Nesta primeira edição a realizar em 23, 24 e 25 de Julho, em Casegas, dá-se realce aos membrofones (caixas bombos adufes), e instrumentos de sopro (flauta tamborileira, gaitas de fole). A organização do Sons da Fraga Dura, Festival de Música Tradicional Portuguesa pretende, promover a cultura popular, fomentar a partilha e conhecimento de outras culturas e tradições. Se as características de um povo perduram na memória através da divulgação dos seus conceitos e mostras culturais, estes grupos de música popular portuguesa fazem questão de manter vivas todas essas recordações.
PROGRAMA
23 Sexta feira 21h Abertura Arruada: Bombos dos Amigos de Casegas
24 Sábado 16h Abertura Arruada: Tok’ Avakalhar e Roncos & Curiscos 17h Workshop Como fazer Pão 18h Workshop de danças tradicionais Europeias
25 Domingo 12h Abertura Arruada: Roncos & Curiscos 15h Grupo Sol Nascente 16h Adufeiras do Paul 17h Workshop Os caminhos da emigração 18h Banda Filarmonica de Casegas
MOSTRA GASTRONÓMICA Burlhões Feijões com Couves Chanfana Picas de chouriço Picas de sardinha Petiscos Vários
Com guião revisto e melhorado, sobe a palco dia 16 e 17 “Povo Que Lavas no Rio Águeda” evidenciando o carácter inspirador que o rio provoca na criação artística local, ao fazer revisitar ou mesmo estimular um repertório musical e poético dedicado ao Rio Águeda. Uma estética musical cruzada e actualizada, leve tendência pop para o infindável alfarrábio de canções ribeirinhas de todos os tempos. Neste espectáculo, o poema de Homem de Mello regressa à sua origem primeira: o Rio Águeda.
Esta nova grande manifestação artística acontece no seguimento das epopeias “Rio Povo” (2007 e 2008) e de um primeiro “Povo Que Lavas no Rio Águeda” (2009), marcas indeléveis de um tempo novo ao nível das grandes produções culturais em Águeda. Mais de vinte colectividades e grupos locais fazem a reafirmação inter-associativa do concelho, juntando mais de 400 artistas nos palcos aquáticos. Transversal, contemporâneo e provocador, o espectáculo mergulha na inspiração das águas. Um colectivo portentoso de músicos, cantores, actores, dançarinos e muitos outros performers dão alma a esta produção artística, uma manifestação incomparável no contexto cultural da região. O espectáculo vive ainda de uma exuberância visual que só Águeda tem conseguido resgatar do seu rio, na criatividade cénica que se apura a cada nova manifestação sobre as águas. Deslumbramento garantido para 1250 espectadores por noite, a lotação habitual.
No passado, o rio era cenário de labor e trocas culturais, hoje é a razão de ser do ousado espírito inter-associativo e das sinergias que unem os agentes culturais de Águeda. Depois de Rio Povo, “Povo Que Lavas no Rio Águeda” subverte e moderniza a tradição local. Pesca-se, naquelas margens, novo sentido para uma Cultura popular. “Povo Que Lavas no Rio Águeda” é uma aposta da Câmara Municipal de Águeda e das associações do concelho na construção de uma marca cultural identitária que envolva, orgulhe e valorize toda a comunidade. Com a ousadia artística de projectos como este, acarinhando temáticas gratas às suas gentes, Águeda projecta-se também para fora. Através do rio.
Nos dias 16 e 17 de Julho vai decorrer a primeira edição do Castro Galaico Festival de Nogueiró- Música e Tradição. No Monte Nossa Senhora da Consolação, com belíssima vista sobre a cidade de Braga, não vai faltar animação, com os Raízes (Vila Verde), Divertimento Folk (Valladolid - Espanha), Canto D´Aqui (Braga), Galandum Galundaina (Miranda do Douro), Sons da Suévia e IPUM (Braga). Animação, comes e bebes e boa disposição estão garantidos, por isso não se esqueçam de aparecer!!!
Sexta Feira dia 16 Julho 18 h- animação de rua com os (Sons da Suévia) 21-45 h-subida ao Palco (Sons da Suévia) 22horas- Grupo Raizes (Vila Verde) 23-15 h- Divertimento Folk (Valladolid Espanha)
Sábado 17 Julho- Salão da Junta Freguesia Colóquio/debate- A Música Tradicional Hoje Povo que Canta- (minho) progecção de DVD Manuel Rocha- Músico (Brigada Victor Jara) José Moças - Editora Tradisom José Pinto- Rusga de S. Vicente Armando Carvalheda- Realizador e apresentador- RDP Ana Sofia Carvalheda- Programadora-RDP
18 h- animação de rua com os IPUM 21-45h-subida ao Palco IPUM 22 horas- Grupo Canto D´Aqui 23-15- Galandum Galundaina
No seguimento do esforço de conciliação de pontos de vista entre Pédexumbo e artistas envolvidos no momento mágico do ano, surgem os apoios da pédexumbo à promoção de bandas que constroem o Andanças.
O Andanças é, desde sempre, um festival assente no esforço comum de voluntariado - incluindo os artistas - sem lugar a recompensa financeira, mas havendo tarefas que a pédexumbo optou por remunerar de forma a assegurar a excelente organização que se lhe conhece. Desde há dois anos várias bandas - muitas delas presença continua desde a primeira edição - manifestaram publicamente o desacordo com o actual modelo, que lhes conferia um desvirtuamento de imenso trabalho.
Seguida o habitual caminho de discutir para entender, chega-se este ano a uma primeira abordagem de compensação/troca de serviços entre Andanças e artistas: em troca do esforço, mérito e paixão deixado nos palcos a pédexumbo produz, apoia e divulga iniciativas das bandas que levem mais longe todo um esforço com mais de uma década.
4 álbums lançados, iniciativas concretas que serão a raíz de uma nova forma de promoção e esforço comum.
Eddy Slap, Uxukalhus, Nação Vira Lata e Monte Lunai escolheram o festival Andanças como palco privilegiado para o lançamento dos seus novos trabalhos. De 2 a 8 de Agosto, em Carvalhais, São Pedro do Sul, o público poderá assistir ao vivo aos concertos destes e de outros nomes. 5 de Agosto, 23:00 horas, Palco Alto – EDDY SLAP: “Bassab” O baixista Eddy Slap lança o seu CD, “Bassab”, num concerto que promete cruzar o som poderoso do baixo eléctrico de Eddy - fruto de uma mistura de estilos únicos, juntando e evidenciando a música folk da Europa Ocidental, com um pouco de Jazz à mistura, acompanhado somente com uma bateria. É possível? É, e Eddy Slap fá-lo como poucos. 6 de Agosto, 23:00 horas, Palco Alto – UXUKALHUS: DVD “Transumâncias Groove Mix” Na noite de 6 de Agosto é a vez dos Uxukalhus (aliás, Os Chocalhos), com o lançamento do seu segundo álbum “Transumâncias Groove Mix”, que será gravado ao vivo no festival, em formato DVD – aproveitando a ocasião para agradecer à legião de fãs que têm seguido o grupo desde o início, quando revolucionaram os repertórios “folk” com o sacrilégio das guitarras eléctricas, percussões e instrumentos “exóticos” (Rauschpfeife, Acordeão, Flautas variadas, percussões africanas, indianas e até bateria ou Cravo). O seu estilo inconfundível deita por terra as convenções todas que possam existir sobre a música dita “tradicional”, “popular” ou “contemporânea”. Esvaziadores de rótulos por excelência (e com orgulho nisso) desde há 10 anos. 7 de Agosto, 23:00 horas – NAÇÃO VIRA-LATA: lançamento de CD Os Nação Vira Lata, liderados por Winga Kan (conhecido como o percussionista das mil percussões exóticas de Blasted Mechanism) vão trazer muitos convidados e prometem rebentar o festival com os seus ritmos africanos, portugueses e brasileiros; no concerto actuarão como convidados os alunos das oficinas de percussão realizadas no Andanças – uma das vertentes mais participadas do festival. Incluindo um convidado especial não-humano: Macintosh, responsável por loops e música electrónica combinadas com os instrumentos tribais e vários amigos de percurso. Este é o primeiro álbum dos Nação Vira Lata, um grupo muito recente, constituído pelos pupilos de Winga (Nuno Patrício), que já não é estranho nestas Andanças (a sua carreira conta com participações nos TocáRufar, Projecto Adufe, Uxukalhus, Blasted Mechanism) e já é um veterano no festival. O concerto final, na Sexta-feira dia 7 de Agosto, incluirá uma “Queima do Judas”, uma efígie que será construída durante o Andanças, para ser queimada nessa noite e que se inspira nos rituais das culturas pré-cristãs mais antigas da Europa. 5 de Agosto, 23:00 horas – MONTE LUNAI: “In Temporal”. Os Monte Lunai apresentam ao público a sua edição: “In temporal”. A sonoridade deste grupo é ímpar, combinando o violino, contrabaixo, e guitarra com percussões várias e curiosos instrumentos de sopro (clarinete popular, gaita de foles ou didgeridoo), juntando instrumentos ocidentais e orientais, antigos e modernos, populares e eruditos, de forma harmoniosa. O seu concerto é uma viagem por todo o Mundo, passando por temas de baile de hoje e de outros tempos, a Muinheira da Galiza, o Anter’dro da Bretanha, a Contradança, a Valsa, a Mazurca. São as danças da Grécia, da Ucrânia, de Itália e Portugal, numa roda viva de culturas e musicalidades.
Depois de apresentar no fest-i-ball os estreantes Caravana, a tradballs traz nova seiva ao palco junto ao baile, pela mão dos Volta & Meia, esta quarta feira na fábrica braço de prata. Sabe sempre bem dançar com instrumentos e propostas novas, com músicos transbordantes de criatividade e desejo.
Quem se segue? Venham formações novas e ideias originais. O baile nascerá.
Aproveitando a deixa, a tradballs mudou de endereço, como vão reparar. Deixa de ser tradballs.com e passa para tradballs.pt. A magia mantém-se.
Ao abrigo da nossa Escola de Música Tradicional, a Lérias – Associação Cultural assume manifesto interesse na concretização de um evento a Festa da Cultural Tradicional denominado DIÇ QUE HAI FIESTA NE L POBO, potencializando o planalto mirandês, localidade onde está situada, Palaçoulo. Estando a população local predisposta para a aprendizagem dos instrumentos e cantares da música tradicional e estando o público da comunidade vocacionado para o mesmo universo artístico, a partilha experimental entre várias entidades culturais no que concerne à criação artística seria uma mais-valia de suma importância.Devido aos objectivos fulcrais que estiveram na origem da criação da Lérias – Associação Cultural, procura-se dar prioridade aos jovens, enquanto sujeitos libertadores de novas formas de comunicar com a comunidade local, nacional e europeia, bem como pelo crescimento artístico-criativo pessoal, em partilha com os demais. Beneficiando o planalto mirandês enquanto ponto de acolhimento.
Até 31 de Julho, estão abertas as candidaturas aos prémios Megafone/João Aguardela, nas categorias “Música” e “Missão”.
Estes prémios, de homenagem ao músico e compositor (Sitiados, Megafone, Linha da Frente e A Naifa) pretendem destacar anualmente músicos e entidades que, pela singularidade e especificidades do seu trabalho, contribuam para o presente e futuro das tradições musicais portuguesas. Uma iniciativa do projecto Megafone 5, que reúne amigos, companheiros e admiradores de João Aguardela, lançado a 4 de Novembro de 2009 num espectáculo esgotado no Grande Auditório do CCB, em Lisboa, que reuniu as bandas Gaiteiros de Lisboa, Oquestrada, Dead Combo e A Naifa, último projecto de Aguardela.
O Prémio Megafone "Música" atribuir-se-á a um músico ou colectivo de músicos cujo trabalho enalteça as tradições musicais portuguesas e lhes dê renovado futuro. Quanto ao Prémio Megafone "Missão", visa distinguir uma entidade não musical que, com a sua acção ao longo do ano a que o prémio se refere, comungue e ajude a difundir as referidas iniciativas musicais. Pode, este prémio, ser entregue a entidades que se movem em terrenos como a produção de espectáculos, a literatura, o jornalismo, as artes plásticas, entre muitas outras.
As três bandas/projectos finalistas na categoria "Música" serão convidadas para um espectáculo no Centro Cultural de Belém, no próximo dia 17 de Outubro, com a presença de mais uma banda surpresa convidada, sendo nessa ocasião determinado e divulgado qual o projecto vencedor. O valor do prémio, bem como a composição do júri, serão oportunamente anunciados.
Os registos das obras ou prestações e a documentação dos projectos a concurso deverão ser remetidos, sob pseudónimo, em cinco exemplares, por correio registado, com data de registo até 31/07/2010, para o endereço: Prémios Megafone/João Aguardela, Rua São Francisco Xavier, n.º 23, 1400-329 Lisboa
No concelho de Mogadouro\, as feiras sempre tiveram um enorme impacto\, nomeadamente\, a Feira Anual do Azinhoso\, cuja frequência era obrigatória para a maioria da população nordestina\, tendo por isso uma influência não só de...
Em \"Geografias\", o músico percorre latitudes menos comuns à música portuguesa e parece condensar todo o património estético de trinta anos de carreira. Ao centro, um bandolim. À volta, o pulsar...
Lançamento do Cd "Mancha em Terras de Cor" - A Barca dos Cast... 19:30 
Sediado em Souselas\,“A Barca dos Castiços” foi criado em 2003. Utiliza o património da música tradicional portuguesa como base para a experimentação e para a fusão de vários géneros musicais. O grupo apresenta neste concerto o seu primeiro...
CHOCALHOS | Alpedrinha -Fundão | Alpedrinha -Fundão 15:00 
Os Chocalhos estão de volta...de 17 a 19 de Setembro. Marque já na sua agenda e partilhe com os seus amigos\, eles não podem ficar de fora desta festa..!
O circuito volta a unir Portugal e Galiza, através de uma alargada rede de espaços que abrem portas à música que se faz, em cada caso, além do Minho. De 22 de Setembro a 18 de Dezembro, durante 13...
O circuito volta a unir Portugal e Galiza, através de uma alargada rede de espaços que abrem portas à música que se faz, em cada caso, além do Minho. De 22 de Setembro a 18 de Dezembro, durante 13...
O circuito volta a unir Portugal e Galiza, através de uma alargada rede de espaços que abrem portas à música que se faz, em cada caso, além do Minho. De 22 de Setembro a 18 de Dezembro, durante 13...
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