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Logo: Henrique Patrício Estamos a preparar mais um desafio. O Rodobalho começa a atingir a maioridade e por isso quer sonhar mais. Aquele que começou por ser um site de uma actividade isolada, ganhou adeptos, conquistou confianças e com isso agregou muita gente em torno de um projecto comum. Os visitantes corresponderam e tornaram-no uma referência, com mais de uma centena de visitantes individuais por dia, com mais de uma dezena de colaboradores, uma agenda actualizada e muitos temas no leitor de mp3. Acreditamos que podemos desafiar ainda mais estes leitores [vós], propondo sons novos, projectos novos, motivações à descoberta constante. Vamos desafiar muitos dos músicos que connosco [e com a pédexumbo, com o tradballs, com a D'orfeu, com o Contagiarte.. tantos outros] acreditam que é possivel fazer e construir projectos. A proposta a cada grupo: - Ceder gratuitamente um, dois, três... temas à sua escolha.
- Estes temas serão disponibilizados em formato aberto a todos os leitores. Ou seja, não haverá restrições à cópia, distribuição... haverá mesmo incentivo.
- Os restantes temas dos álbums estarão disponíveis para descarregar por preços acessiveis, se tecnicamente e legalmente viável.
- Os álbuns [fisicos] estarão também disponiveis, ou um contacto para a sua obtenção.
Estenderemos este convite a todos os grupos, não nos limitando aos que habitam Portugal. O trabalho da pédexumbo permite-nos ter um leque de contactos robusto. Desta forma, por um lado, faremos crescer o Rodobalho como ponto de encontro potenciando todos os leitores actuais e cativando muitos outros. Por outro lado divulgaremos os excelentes projectos musicais junto de quem mais os aprecia e procura. A inclusão de projectos estrangeiros constituirá o elemento essencial naquela que achamos ser a forma correcta de levar a nossa cultura mais além. Deixar que os projectos musicais sejam descobertos por quem procura outras propostas de cariz idêntico. Deixamos, ditas as intenções, a porta aberta a ideias, comentários, ajuda. Como o Rodobalho, também o Anzol terá de ser uma colaboração: do público, dos músicos, dos técnicos. Vale a pena? |