Translate to english
rss geral
 

Procurar

Parceiros

 portaldofado fado noticias agenda

 rascunho.net agenda cultural noticias netlabel rasarte

Aldeia associação trás-os-montes vimioso natureza

Audienciazero.org, projectos culturais norte portugal galiza

Cronicas da terra

dancastradicionaisbanner

Actualidade do fórum

Autenticação






Esqueceu a senha?
Sem conta? Criar Conta!

Estórias
02-Out-2007

Este é um projecto muito acarinhado pelo Rodobalho [pelo menos por alguns membros do cardume]. Muito mais que uma actividade isolada cremos que todo o projecto pode fazer a diferença numa região de valores imensos.

Merece todo o nosso destaque e apoio.

 ''Quem faz o conto é o ouvido''
                                  Italo Calvino


 Resultando de uma vontade encontrada para que a arte de contar estórias* fosse promovida e partilhada na região, resolvemos, a partir desta ideia,  (re) descobrir a serra. Entre a Tradição Oral e o Património Local.
Num ambiente acolhedor e de partilha, integrado num projecto de promoção de cnclusão e desenvolvimento, trazemos o conto de novo para a lareira, para o sítio
onde nasceu, nas longas noites de frio e chuva, à volta do lume, em casa das pessoas. A ideia é que os participantes descubram as aldeias e as suas gentes, ao circular de
casa em casa para ouvir um contador diferente.

2 aldeias . 3 casas por aldeia . 1 contador por casa . 15 participantes por casa
A acompanhar tudo isto, teremos petiscos regionais, uma outra forma de descobrir a região.

Nas aldeias de Covas do Monte e Candal, na serra da Freita [que empresta o ombro ao vale de Carvalhais, casa do Andanças], dias 5,6 e 7 de Outubro.

Página Web do Projecto Criar Raízes

 
As danças
28-Set-2007
por: Cristina, colaboradora do http://geracao-rasca.blogspot.com/
 
Nos últimos tempos assisti a dois concertos dos Uxu Kalhus fora do ambiente específico das danças tradicionais. Na Carregosa integrado nas festas da aldeia e em Aveiro integrado na Semana da Juventude. O impacto do grupo nas populações é interessante...
Na Carregosa (uma aldeiazinha de Oliveira de Azeméis), havia uma plateia de cadeiras, repleta de espectadores atentos, mas apenas contempladores. Observava-se, num misto de desconfiança e divertimento, aqueles sons de uma tradição atrevida e as movimentações de uma dúzia de bailadores animados. No fundo, no fundo, muito deles até queriam bailar e depois de alguns convites, ainda consegui convencer dois autóctones a juntarem-se ao baile. «Ó menina, mas eu não sei!...» Isso não é problema! A dança é de roda com algumas trocas de lugar com o par; os passos não são complicados e as gentes da aldeia até os conhecem. E, com um ar bem-disposto, após alguma falta de confiança inicial... «Estou a ir bem, pois estou, menina?...»

Em Aveiro, o grupo acomodou-se no coreto da Praça do Peixe, ladeado por algumas esplanadas de bares. O som forte e rejuvenescido, que deixou a Carregosa desconfiada, trouxe Aveiro para a Praça e não foi preciso muito para que toda aquela plateia apeada se deixasse contagiar. Durante todo o concerto, dançou-se, pulou-se, bateu-se o pé,... Alguma dificuldade para cada par ganhar o seu espaço, mas, no meio da confusão, toda a gente se divertiu. Todos curtiram o som e muitos foram entrando nas rodas ou fazendo crescer as filas e se mais espaço houvera, mais gente entrara! A música tradicional não tem de ser uma coisa passada e cheia de pó! E quem disse que o malhão é para ser dançado só pelos ranchos ou que a Saia da Carolina é coisa dos nossos avós?!...
 
Libertar A Dança
27-Set-2007
Alice aprende a dançar a «Quadrilha da Lagosta»Durante anos, se uma vozinha no éter dissesse «danças populares», a imagem que de imediato se formava na minha cabeça era a de meia dúzia de pares com trajes exóticos a fazer danças de roda, todos muito certinhos e alguns rubras-faces algo incomodados com a turba de mirones que em volta e de braços cruzados sobre os abdómens proeminentes observa aquilo que é suposto eles serem como povo ou coisa que o valha.

Infelizmente, longe de desaparecer, esta imagem ainda persiste. As danças populares parecem reduzir-se às demonstrações dos grupos folclóricos, cuja curiosidade lembra mais um bocejo de arqueólogo. Apesar do bonito espectáculo, não deixam de estar atados ao anacronismo de algo que já deixámos de ser ou que nunca fomos exactamente, e por isso acaba por servir de material isolante entre bailadores e um público que assiste com a passividade de quem tirou uma «ficha» para a máquina do tempo numa qualquer feira popular. Parecemos turistas de nós mesmos, uma coisa lamentável.

Ora na minha opinião, esta separação tem de acabar! É preciso conquistar aos fantasmas o espaço das danças, livrá-lo do estigma museológico dos trajes «polacos», destruir o público integrando-o, trazer as panças para as danças, as sopeiras para as eiras, os pirralhos para os balhos!
E esta libertação recíproca das danças e seus praticantes não é possível, ou não será duradora, sem o simultâneo evoluir da música, da criação verdadeiramente popular -- nossa, entenda-se. A urgência de novos repertórios e novos arranjos justifica-se para combater a fatal necessidade da versão pobre das danças: o bailarico chunga da cantiga pimba ora brejeira ora chorona.

Muitas pessoas não sabem mas sentem-se atraídas para dançar quando vêem que outras tais como elas -- do público -- o fazem com intenso prazer e sem os preconceitos do costume. Quem esteve na Praça do Peixe em Aveiro no sábado passado decerto terá percebido isto durante o excelente baile dos Uxu Kalhus. Paciência com os pés pisados caros amigos, daqui a uns anos o cardume será maior e aí não haverá tubarão-martelo que nos ameace o baile!

Carlos Daniel, 27-09-2007
 
imagem: Alice aprende a dançar a "Quadrilha da Lagosta" 
Lewis Carrol, Alice's Adventures In Wonderland 
 
Aqui [Ali] há baile
24-Set-2007
 A próxima edição do Aqui há Baile tem data e local marcado. Será nos dias 29 e 30 Setembro, na aldeia de Sta. Margarida da Serra - Serra de Grândola. O programa baseia-se nas valsas mandadas, património cultural vivo na Serra de Grândola. Danças de grupo, dançadas a pares, de alguma complexidade, as valsas mandadas têm recentemente suscitado muita curiosidade junto de um público jovem e que procura as danças de raiz tradicional como forma de encontro. O programa inclui oficinas de acordeão e ensino de valsas mandadas, passeios, artesanato, bailes.
A PédeXumbo, com o apoio da Delegação Regional do Ministério da Cultura do Alentejo, está a preparar a edição de um documentário sobre as Valsas Mandadas, que será editado em Dezembro de 2007.
 
Iniciativa
21-Set-2007
quintandona

Com a mãozinha de alguns suspeitos do costume do mundo da gaita de foles, da cidade invicta, uma proposta para este fim de semana.

As iniciativas em redor de valores mais próximos da cultura participativa continuam a florescer. Que outra coisa seria de esperar? 

 
Dois desafios
20-Set-2007

 O Encerrado para obras faz anos. São 12 anos de imenso palco e criação.

Para o celebrar, dia 21 e 28 o salão brazil é o ponto de encontro.

Dia 21 sobem os Portuenses PortFolk, desconhecidos das terras do Mondego. Música de Tradição Europeia. Os pés não ficaraão colados, certamente. Espreitem

Dia 28 os sons jã terão como executantes mãos de Coimbra. Man&Bellas. O baile é promessa. Não será uma estreia, mas será certamente uma descoberta.

 

 

 
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | Seguinte > Final >>

Resultados 81 - 98 de 214
Navegar: Principal